4 thoughts on “Segunda feira”

  1. São ambas as situações que acontecem no geral.
    Há a parte em que as “obrigações” se impõem, e há a outra, a de escolha, que podemos ou não fazer; ou podemos adiar.
    Às vezes não damos por esta última, o lado da escolha, porque a outra, a do obrigatório, é muito mais volumosa e tem tentáculos de dever e outras consequências, que acaba por dar a sensação que apenas existe esse lado. Mas na verdade há uma parte de escolha em seguir o caminho do dever e de outro tipo de compromissos, e em definir como fazê-lo.

    O fazer o que apetece, numa de sem rei nem roque, a procurar incorporar a sensação que se tem controle e domínio em grande sobre o fazer dos dias, pode ser uma falácia e vestir-se de amargo. Por exemplo, se for um subterfúgio, adiando trabalho e resolução de problemas que mais tarde se vão acumular.

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