Segunda feira

acordei

fiz a barba

sentei-me

 

mais um dia

 

 

escolho o que faço com ele
ou ele é que me faz a mim?

 

 

 


4 Comentários

  • Isabel Pires

    São ambas as situações que acontecem no geral.
    Há a parte em que as “obrigações” se impõem, e há a outra, a de escolha, que podemos ou não fazer; ou podemos adiar.
    Às vezes não damos por esta última, o lado da escolha, porque a outra, a do obrigatório, é muito mais volumosa e tem tentáculos de dever e outras consequências, que acaba por dar a sensação que apenas existe esse lado. Mas na verdade há uma parte de escolha em seguir o caminho do dever e de outro tipo de compromissos, e em definir como fazê-lo.

    O fazer o que apetece, numa de sem rei nem roque, a procurar incorporar a sensação que se tem controle e domínio em grande sobre o fazer dos dias, pode ser uma falácia e vestir-se de amargo. Por exemplo, se for um subterfúgio, adiando trabalho e resolução de problemas que mais tarde se vão acumular.

    • Luis

      Nem sempre a análise racional é a mais racional. Digo eu, que prezo tanto a racionalidade.

  • kodakkhrome

    Dá sempre ao tempo o tempo que o tempo tem.
    Encontrarás a resposta.

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