Ontem pus a sacar tudo o que pude do Louis Theraux. Hoje ao acordar, comecei a maratona.

Ele sabe o que perguntar e como perguntar. Sabe escolher a quem perguntar.
Pergunta o que nunca seria capaz. Mostra-me o que nunca veria de outra maneira.

E relembrou-me o poder de uma pausa na conversa.
Quando a pessoa com quem está a falar acaba uma frase, por vezes não responde nem pergunta. Fica em silêncio.
Em parte porque se dá o tempo para pensar, em parte pela pressão de quebrar o silêncio faz com que a pessoa diga coisas extraordinárias após a pausa, ao retomar o que dizia.

O melhor não é o que se diz primeiro. Precisa de tempo e espaço para aparecer.
É como um amor. Precisa de namoro.