O meu nirvana

Sentir-me feliz

mesmo quando acho que não tenho motivos para o ser

4 comments on “O meu nirvana

    • Luis says:

      Sim Ana, claro, não sei, talvez

      sei lá, não faço ideia, o que é há-de ser, se calhar

      Mas sim, é! 😉

  • Isabel Pires says:

    Luís, fiquei um bocado mais de tempo a pensar o que é uma pessoa sentir-se feliz…
    É um sentir bem especial que perdura, que não é de curta duração embora não haja uma duração precisa que se possa indicar. Sentir-se bem é diferente de sentir-se feliz. E sentir-se feliz por… outra pessoa, por algo que se conseguiu, etc., … acrescentando a razão que nos faz sentir felizes, também é diferente do “absoluto” sinto-me feliz. Há quem não diga ou pense, este “absoluto”, por uma questão de exigência para consigo ou de moderação relacionada com desequilíbrios da vida; uma questão de cautela, pode ser.

    Embora a felicidade não se apanhe da mesma maneira para todos, nem se procure o mesmo em todas as alturas da vida, há três coisas que na generalidade parecem ser decisivas para lá chegar: uma conduta limpa no que respeita a não ter peso na consciência; tentar realizar, ter e ser o que se gosta e faz sentir bem, e desistir do que não faz; gozar, ‘perder tempo com o que nos faz sentir bem.

    • Luis says:

      A minha felicidade não tem duração no sentido que tem (duração).

      E mais não sei dizer, quando estou feliz não penso.

      É como perguntar a um morto como é a morte

      Ninguêm estava lá para contar.

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