Não entendo a malta que se veste para ir para a cama

8 comments on “Não entendo a malta que se veste para ir para a cama

  • Ontem, cinco e tal da manhã. Perdido em divagações e mil e um tretas. Estive quase para vazar as ditas tretas num novo blogue. Para pôr as coisas com pouco ou nenhum sentido. Que desperdiçar é feio.

    Já tinha nome e tudo. Treta e um. Trocadilho com Trinta e um :), onde o um seria eu, e a treta o resto.

    Depois tive um assomo de lucidez e deixe-me ficar quieto.

  • Da próxima vez, experimenta criar uma página num dos 399547 blogues que tens, sempre dá menos trabalho a gerir. 😀

    Quanto ao post, não entendes porque não vives numa casa como a minha. Se vivesses, até entendias que o pessoal vestisse camisolas de lã para ir para a cama.

  • bemsalgado says:

    E nâo sera mais dificil de entender o fazer a cama cada dia sendo como é que, para dormir, o único imprescindivel é ter sono e pór-se horizontal.

    Eu moro na rua que da acceso a um sepulcro pela que chegavam os francos em partidas de meio cento com dois dedos. O pai do Châo Manu de Viveiro disse que o sepulcro é de Prisciliano, e pede sinaturas no seu blogue para nâo sei qual reconhecimento. Deus nâo o queira: O que da de comer hoje a muita gente é outros muitos acreditar que essa é a tumba do irmâo menor dos Zebedeos que chegou até estas terras numa barquinha de pedra.

    As coisas mudam co passo do tempo. No México cantam: De piedra ha de ser la cama, de piedra la cabecera.

    Tanto atrás não chego, eu durmo no ferro.

    Até mais cedo do que mais tarde.

  • antes que me perca, acabei de saber que israel bombardeou a siria, a primeira coisa que me veio à cabeça foi o que força é essa do sergio godinho

    não me digas que nunca sentiste
    uma força a crescer-te nos dedos
    e uma raiva a nascer-te nos dentes
    Não me digas que não me compr'endes

    fui procurar um utube não encontrei nada de jeito, tentei fazer um as três pancadas, quando notei a tecnologia me estava a deixar frustrado, parei

    fica o melhor do que já está feito

    http://www.youtube.com/watch?v=t2lR4BLdrAQ

  • bemsalgado, companheiro de lutas que nunca lutámos

    quando te ouço/leio o mundo muda um bocadinho.
    houvesses mais

    agradeço-te por isso

    digo-te só que me é tão difícil de entender quanto a ti

    e verdade é que nascemos da terra e acabamos na pedra

    no entretanto arranjamos almofadas para abafar os dias

    falta-nos ferro

    um grande abraço, como sempre para sempre

    (e não te esqueças da minha condição)

  • bemsalgado says:

    SIRIA:

    Amigo Luís: eu tenho um grande problema para monstrar literalmente a minha indignaçâo tentando agredir oralmente a outros. As fórmulas de insulto mais graves que tenho apreendido nâo me servem de ajuda.
    Os maiores insultos conhecidos socialmente sâo para mim:

    1.- “Filhos de puta, e Me cago na puta nai que os pariu”

    Eu nâo posso utiliza-los por respeito, nâo á mae, que todos os animais respeitamos, senâo tambem, e particularmente, ás putas, que já nâo tantos respeitam.

    2.- “Me cago em Deus”

    Eu nâo posso faze-lo, porque, por uma banda, nâo acreditando nele, constitue para mim uma expresâo vazia de conteudo, estúpida sem mais para mim, e pela outra, e sobre tudo, porque o respeito pelos crentes nâo mo permite.

    Como consecuencia, tenho verdadeiros problemas para insultar ou ofender de palavra, em particular a escrita, porque sou um completo ignorante.

    Quinta-feira, 28 de Abril de 2011:
    http://beminvitados.blogspot.com.es/2011/04/proa-siria-si-ria-riase-por-no-llorar.html

    O que é que posso dizer agora entâo?
    Agora que estâo perto de rematar este “trabalho”, e prontos para começar outro do mesmo gênero.

    Me cago na puta nai que os pariu.

  • porque muitas vezes ao ver estas coisas, a dor que sinto acaba por ser maior que a raiva, tento não ver e não saber
    Mas a verdade é que não devo, e não consigo

    Aquele povo está doente. Em passagem por Israel, vi um monumento com um carterpillar, um monumento à demolição de casas.
    Casas de pessoas que como todos nós, têm o direito a uma vida, a tentar serem felizes.

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