“Termos que dobrar os nossos filhos à nossa vontade, que é assim que se educam e não há outra forma. É uma violência mas é preciso que alguém o faça, e esse alguém sou eu.” Dobrar?!? À nossa vontade?!?

Aqui há dias li numa das gordas daqueles jornais que vivem de chupar na miséria alheia, fulana suicida-se deixando carta vingativa “Levo comigo aquilo que mais gostas”. Atirou-se ao rio com as duas filhas. Morreram todos.

Quero morrer também. Não quero viver neste mundo. Ou então fujo. Fujo para muito longe onde não possa ler jornais sórdidos, e não passe pela cabeça de ninguém matar as filhas para se vingar do marido.