4 thoughts on “diz-me”

  1. não é o momento nem o lugar para uma discussão
    metafísica pormenorizada sobre a questão apresentada

    não saberia dizer com precisão quantas maneiras há
    de escavar, são muitas e demoradas e por vezes, infrutíferas

    os pensamentos podem ser lidos, digo.
    como é que um turbilhão de esperança, medo e luxúria pode
    ser inaudível?
    não é espantoso?

    1. opá ia agora mesmo bem uma discussão metafisica, daquelas acaloradas em que acaba tudo à estalada ?

      espantoso?
      é

      só de pensar na existência desses turbilhões me deixa animado

  2. aproveita bem a animação vêm aí os grandes calores…em França já chegaram.
    aqui vais ter de ir para os armazéns até passar a canícula
    vai por mim há segredos que os segredos de estado não contam…
    clima é uma delas
    não te rias que não é caso para isso
    😉

    1. Que venham, k, que venham

      e rio-me sempre, mesmo que seja
      “pra não ouvir a voz que grita dentro de mim
      o mistério de tudo o que me cerca
      e a dor de não saber porque vivo assim.”

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