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Prazenteiros

Desejo

Palavra viva.
Quando morre o desejo, morremos também no que temos de melhor e de mais admirável.

Desejo-te.

Quem não se arrepia quando lhe dizem isto?

Ter desejos. Querer.

Que posso querer de melhor para ti e para mim, do que acordar todos os dias em manhãs plenas de desejos por coisas novas e frescas?

Quando ao acordar já não se deseja, vive-se para quê? Por inércia?
Como dizia o Sartre “Todo o existente nasce sem razão, prolonga-se por fraqueza e morre por encontro imprevisto”.

Não quero acreditar nisto, quero acreditar que vivo pelos momentos mágicos, pelas pessoas que nos deslumbram,
pela maravilha que há em nós se podermos e quisermos.

Quer. Deseja.

Viciado

Gosto dos meus vícios. Preciso deles. Tenho-lhes afeição.
Sabem o que há entre um homem e o seu vício? Nada.
Dormimos com ele. Vivemos com ele. Respiramos com ele. Faz parte da pele. Faz parte de nós.
Não nos larga. Nunca. Senão não era um vício.
Qual é o meu vício? Fica para outra altura. Outro cigarro. Outro blog. Outra vida.

Não fumo.