a ausência é presença
porque existe. é um lugar, uma memória, uma falta, que temos

9 comments on “

    • Luis says:

      por momentos pensei que tinha copiado alguém sem querer, mas fui reler e só o pensamento é parecido 🙂

        • Luis says:

          Sei que não foi 🙂 mas por vezes acontece, vem-nos uma frase à cabeça que já foi dita

          Lembro-me da Mafalda Veiga dizer que verifica se a melodia que se lembrou, é original. Até porque no caso de ‘profissionais’ a questão da originalidade causa problemas.

          • Ana Gilbert says:

            sim, pode ser complicado… há dias em que penso que, no fundo, tudo já foi dito… são só variações sobre os mesmos temas… mas esses são dias sombrios

            • Luis says:

              É inevitável, matemática elementar, as combinações não usadas vão acabar-se, e até lá vão-se tornando mais raras e esquisitas.
              A menos que se invente uma nova “matemática”, com um mundo inteiro de combinações por explorar. E na arte por vezes aparece quem faça isso.

              Mas sempre achei que a originalidade é sobrevalorizada. A originalidade vale sobretudo para o ego do “fui eu que fiz”
              Porque para quem aprecia uma obra conta pouco quem a fez, e se já foi feito antes ou não.

              Publiquei hoje um video. Não me lembro do nome do autor, e ele já fez vários muito parecidos. Em nada altera o que sinto ao ver o filme.

              • Ana Gilbert says:

                tens razão… o olhar nunca é o mesmo… e também quando dizes sobre egos… é mesmo um pouco assim…

    • Luis says:

      Por um lado é óbvio que disse um lugar comum :), por outro lado com tantas confirmações deve ser verdade

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