• 22 Jan 2018

    Mais

    Mais uma segunda-feira
    Mais uma semana
    Mais um fim de semana
    Mais uma segunda-feira
    Mais uma semana
    Mais um fim de semana
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    Mais uma semana
    Mais um fim de semana
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    Mais um fim de semana
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    Mais uma semana
    Mais um fim de semana

  • 26 Jan 2018

    Motivos de isenção de IVA (Actualizado a 28/01/2018)

    O colo devia ser subsidiado e isento de IVA, como artigo de primeira necessidade.

     

    E esta música dá-me ganas!

    Dotan
    Home
    Dotan Home
  • 27 Jan 2018

    Quase que cortava o cabelo

    As coisas inacabadas e por fazer geram ansiedade.
    Assim tento (ênfase no tento) lidar com tudo o que me chega ás mãos imediatamente.
    Se depender de coisas futuras e não poder resolver logo, ponho a data em que vou poder avançar e até lá esqueço o assunto.

    Assim apesar não estar feito, não fica nas preocupações.
    Pensar numa lista enorme de coisas que se tem por fazer, gera ansiedade sem grande proveito.
    Que é o que acontece se pura e simplesmente atirarmos tudo para uma pilha de coisas para fazer.

    Há quem use outra estratégia. Não fazer nada do que têm que fazer e não se ralar absolutamente nada. Ainda não descobri como se consegue isso.

    Procurei alguma lógica ou associação para escolher esta música, mas não encontrei nenhuma para além de me ter lembrado dela.

    Crosby, Still, Nash & Young
    Almost cut my hair
    Crosby, Still, Nash & Young Almost cut my hair

  • 29 Jan 2018

    Vinha para casa

    Vi um velho sentado num banco de jardim, a olhar para o chão.

    Pensei: Caraças, como é possível que o melhor que se tenha para fazer, seja estar sentado num banco a olhar para o chão?

    Depois pensei, e se ele estiver a viver mundos imensos e maravilhosos, criações da sua mente, que nem consigo imaginar?

    E pensei: E eu, não tenho nada melhor para fazer?

    Depois pensei, deixa-te de merdas e vai trabalhar.

    Mafalda Veiga
    Velho
    Mafalda Veiga Velho
  • 03 Fev 2018

    Da lei e da publicidade encapotada

    Obrigatoriamente na televisão os blocos de publicidade têm que ter um separador para sabermos que o que se segue é publicidade.

    A publicidade nos jornais é assinalada para distinguirmos entre o que é opinião e o que é pago. A mesma coisa com a google na publicidade que é inserida nos sites. No Facebook a mesma coisa.

    Não seria hora para legislar sobre os bloggers e youtubers, que ganham a vida com publicidade paga pelas marcas, e que publicam como se fosse opinião?

    Veja-se o caso da pipocamaisdoce, provavelmente o blogue mais popular desse tipo. Todos os posts fazem referência a marcas, que é sabido pagam por isso. A bem da transparência não deveria estar lá um aviso: “Publicidade”?
    Para não dizer uma declaração de interesses, como certas profissões são obrigadas. Quando digo bem da Vodafone, faz toda a diferença saber-se se sou pago pela Vodafone ou não.

    Porque hão-de estar os bloggers e youtubers acima da lei?

  • 04 Fev 2018

    Verdade ou sinceridade?


    Como podem os sonhos ajudar na vida, se sonho não é vida?

     

     

    Maria Bethânia
    Desssossego/Sonho Impossivel
    Maria Bethânia Desssossego/Sonho Impossivel

     

    É importante saber que em tudo o que é importante nada é importante. Que não importa chegar a nenhuma conclusão nem provar nenhum ponto. Baralhar e dar de novo. Andar por aí ao sabor das contradições.

  • 07 Fev 2018

    É o rir

    Só isto me fazia rir. Não admira que só leia jornais por vício e fraqueza.

    Do Diário de Noticias:

    As condições socioeconómicas dos locais de residência afectam a qualidade de vida dos seus habitantes, revela um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP).
    Concluiu-se que os indivíduos que habitavam em zonas menos favorecidas da cidade consideravam ter pior qualidade de vida. Assim, o que estes resultados mostram é que duas pessoas com as mesmas características — idade, sexo, nível de escolaridade — que vivam em zonas da cidade expostas a diferentes níveis de privação têm níveis de qualidade de vida distintos.

    O estudo designado Neighbourhood socioeconomic deprivation and health-related quality of life: A multilevel analysis foi recentemente publicado na revista “PLOS One”.

    Tem um titulo em Inglês e foi publicado numa revista estrangêrra, mas pelo menos valeu por uma boa risada.