• 03 Mai 2006

    Sweet surrender be true

    Esmerine
    Sweet surrender be true
    Esmerine Sweet surrender be true

     

    Ruinas. Hoje são tudo ruinas.

  • 04 Mai 2006

    Que me desculpem o sol, as estrelas e a costureirinha que vendeu a virgindade num domingo, dia em que estão fechadas as lojas de penhores

    Mário Viegas
    Domingo
    Mário Viegas Domingo

     

    Os actores vivem a sério no palco o que os outros na vida representam mal.

  • 12 Mai 2006

    Olá tu que és eu ou Nonsense de Sexta-feira à tarde

    Lembro-me de nos meus tempos de liceu ouvir qualquer coisa sobre o que é ser eu. Eu sou eu porque sou diferente de ti e igual a mim. Se fosse igual a ti seria tu e não eu. Mas eu sou diferente do que já fui, e se calhar já fui igual a ti. Assim sendo será que já que fui tu, sendo ainda o que era eu na altura?

    Eu sendo tu, quer dizer que tu és eu, mesmo que numa versão passada.

    Quando te encontrar, devo perguntar como estás, como estive ou como estou?

    … quando ia carregar no publish post, num acesso de bom senso, apaguei aqui um bocado em que acabava por chegar á conclusão que o bife que comi ontem (e que podia não ter comido) sou eu

    Vou parar por aqui, porque já não sei por onde vou nem o que digo e não tenho tempo para me tentar perceber.

  • 12 Mai 2006

    Desejo

    Palavra viva.
    Quando morre o desejo, morremos também no que temos de melhor e de mais admirável.

    Desejo-te.

    Quem não se arrepia quando lhe dizem isto?

    Ter desejos. Querer.

    Que posso querer de melhor para ti e para mim, do que acordar todos os dias em manhãs plenas de desejos por coisas novas e frescas?

    Quando ao acordar já não se deseja, vive-se para quê? Por inércia?
    Como dizia o Sartre “Todo o existente nasce sem razão, prolonga-se por fraqueza e morre por encontro imprevisto”.

    Não quero acreditar nisto, quero acreditar que vivo pelos momentos mágicos, pelas pessoas que nos deslumbram,
    pela maravilha que há em nós se podermos e quisermos.

    Quer. Deseja.

  • 15 Mai 2006

    Bengali Song

    Nitin Sawhney
    Bengali Song
    Nitin Sawhney Bengali Song
  • 16 Mai 2006

    Leituras dos jornais

    Nesta história dos motins de são Paulo, ouço falar no PCC (Primeiro Comando da Capital). Penso óbviamente que faz parte da estrutura governamental, Policia, Governo Civil, algo assim. Não. Isto é a estrutura dos “outros”, do lado dos “maus”.

    Fica-se a saber que o nosso Ministro dos Negócios Estrangeiros, é também consultor para a estratégia internacional da Afinsa. Provavelmente de outras, que não venham nos jornais.

    Quando o senhor Martins da Cruz vai ao estrangeiro, nunca se enganará nos chapéus? E quando põe o de MNE consegue tirar por inteiro o de consultor da Afinsa? Quando defende os interesses de Portugal, consegue abstrair-se dos interesses da Afinsa? E a Afinsa quando lhe paga, espera do Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros, somente conselhos?

    Perguntas.

  • 17 Mai 2006

    My Oblivion

    Tindersticks
    My Oblivion
    Tindersticks My Oblivion

     

    I can’t tell you what you already know
    I can’t make you feel what you already feel
    I can’t show you what’s in front of you

    Não te posso dizer o que já sabes
    Não posso fazer-te sentir o que tu já sentes
    Não te posso mostrar o que está à tua frente