4 thoughts on “”

  1. Também penso assim.
    Tal como prefiro tentar chegar ao que quero e não conseguir, a ficar-me pela zona confortável do que tenho mas não chega ou não satisfaz, pelo receio de sofrer a decepção.

    Há poucos dias, ouvi um rapaz de vinte e picos dizer isto: prefiro ser pessimista e também prefiro não pôr a fasquia alta, para me defender; assim nunca sofro.
    Fiquei a pensar… Na luz, pouca, e também na separação entre sofrimento e inércia ou acomodação.

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