• 03 Fev 2018

    Da lei e da publicidade encapotada

    Obrigatoriamente na televisão os blocos de publicidade têm que ter um separador para sabermos que o que se segue é publicidade.

    A publicidade nos jornais é assinalada para distinguirmos entre o que é opinião e o que é pago. A mesma coisa com a google na publicidade que é inserida nos sites. No Facebook a mesma coisa.

    Não seria hora para legislar sobre os bloggers e youtubers, que ganham a vida com publicidade paga pelas marcas, e que publicam como se fosse opinião?

    Veja-se o caso da pipocamaisdoce, provavelmente o blogue mais popular desse tipo. Todos os posts fazem referência a marcas, que é sabido pagam por isso. A bem da transparência não deveria estar lá um aviso: “Publicidade”?
    Para não dizer uma declaração de interesses, como certas profissões são obrigadas. Quando digo bem da Vodafone, faz toda a diferença saber-se se sou pago pela Vodafone ou não.

    Porque hão-de estar os bloggers e youtubers acima da lei?

     

  • 29 Jan 2018

    Vinha para casa

    Vi um velho sentado num banco de jardim, a olhar para o chão.

    Pensei: Caraças, como é possível que o melhor que se tenha para fazer, seja estar sentado num banco a olhar para o chão?

    Depois pensei, e se ele estiver a viver mundos imensos e maravilhosos, criações da sua mente, que nem consigo imaginar?

    E pensei: E eu, não tenho nada melhor para fazer?

    Depois pensei, deixa-te de merdas e vai trabalhar.

    Mafalda Veiga
    Velho
    Mafalda Veiga Velho

     

  • 27 Jan 2018

    Quase que cortava o cabelo

    As coisas inacabadas e por fazer geram ansiedade.
    Assim tento (ênfase no tento) lidar com tudo o que me chega ás mãos imediatamente.
    Se depender de coisas futuras e não poder resolver logo, ponho a data em que vou poder avançar e até lá esqueço o assunto.

    Assim apesar não estar feito, não fica nas preocupações.
    Pensar numa lista enorme de coisas que se tem por fazer, gera ansiedade sem grande proveito.
    Que é o que acontece se pura e simplesmente atirarmos tudo para uma pilha de coisas para fazer.

    Há quem use outra estratégia. Não fazer nada do que têm que fazer e não se ralar absolutamente nada. Ainda não descobri como se consegue isso.

    Procurei alguma lógica ou associação para escolher esta música, mas não encontrei nenhuma para além de me ter lembrado dela.

    Crosby, Still, Nash & Young
    Almost cut my hair
    Crosby, Still, Nash & Young Almost cut my hair

     

  • 26 Jan 2018

    Motivos de isenção de IVA (Actualizado a 28/01/2018)

    O colo devia ser subsidiado e isento de IVA, como artigo de primeira necessidade.

     

    E esta música dá-me ganas!

    Dotan
    Home
    Dotan Home

     

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  • 22 Jan 2018

    Mais

    Mais uma segunda-feira
    Mais uma semana
    Mais um fim de semana
    Mais uma segunda-feira
    Mais uma semana
    Mais um fim de semana
    Mais uma segunda-feira
    Mais uma semana
    Mais um fim de semana
    Mais uma segunda-feira
    Mais uma semana
    Mais um fim de semana
    Mais uma segunda-feira
    Mais uma semana
    Mais um fim de semana

     

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  • 14 Jan 2018

    Big Brother Google

    Aqui há dez anos já se falava nisto. http://tintanobolso.escritas.org/big-google
    Aplicações que usam o microfone do telemóvel para perceberem onde estamos e o que estamos a ver.

    Dez anos passaram, e já é coisa normal. http://alphonso.tv
    Mas pela mão de parceiros, que os anunciantes não querem a potencial mácula na imagem.

    Como funciona? Pelo microfone, identificam que canais estou a ver ou a musica que estou a ouvir.
    A publicidade que me surge é ajustada em função disso.

    Por enquanto dizem que não analisam as conversas. Dizem. E quem sabe se é verdade?

    Se um casal chegar ao pé de mim com publicidade da Durex já sei de onde vêm… 🙂

     

  • 14 Jan 2018

    Tendências

    Qual o site onde passa mais tempo?
    “Twitter, é o meu jornal.”

    Li isto hoje num inquérito. O twitter, facebook e afins são, cada vez para mais pessoas, a fonte principal de informação.

    O pior é que os jornais por questões económicas e de audiências estão cada vez mais iguais ao Twitter e ao Facebook.