Há músicas más que em certos momentos são a melhor curtição que há

melhorzinho

outra dimensão

Se o teu histórico do youtube se fosse tornar público amanhã, quanto vídeos apagavas de lá?


5 Comentários

  • Isabel Pires

    Primeiro:
    “Foi há 60 anos que Nina Simone gravou as suas primeiras canções para a companhia Bethlehem Records. Num só dia, nos Belltone Studios, em Nova York, registou 14 temas, do clássico Porgy (I Loves You, Porgy), de Gershwin, até My Baby Just Cares for Me, da dupla Walter Donaldson/Gus Kahn, passando por Central Park Blues, de sua autoria — era, não exactamente o nascimento de uma estrela, mas a afirmação de uma criadora de génio.
    Mood Indigo: The Complete Bethlehem Singles vem, finalmente, antologiar tais registos, num alinhamento que reproduz a ordem do seu lançamento em sucessivos singles (10 deles integraram o seu álbum de estreia, Nina Simone, muitas vezes identificado também como Little Girl Blue). Eis duas das suas canções: Love Me or Leave Me e Little Girl Blue, esta num concerto de 1976, no Festival de Montreux.”

    Retirado daqui: http://sound–vision.blogspot.pt/2018/02/nina-simone-1958.html

    A propósito do título.
    Também é por causa disso que convém ter mais cuidado com os designados “ódios de estimação” e com os seus opostos em relação a autores, livros, músicas, lugares, etc., porque o seu uso pode depender das circunstâncias e do fim em vista. Podes gostar muito de Mozart, mas certamente não vais passá-lo para animar um churrasco no quintal.

    Quanto à pergunta, apagaria todo o histórico. Isto porque gosto de ter a sensação que controlo aquilo que vai para público e quando iniciei não eram essas as regras do jogo. Daí para a frente decidiria o que fazer.
    Pondo de lado esta opção radical, até porque julgo que a pergunta tem que ver com o que me “envergonharia”, das músicas não me parece que retirasse, mas de outros vídeos sim.

    Isto fez-me lembrar as capas dos livros.
    Há quem diga forrar a capa dos livros que lê em público para que não tirem ilações em relação à pessoa. Às vezes essa opção está ligada à imagem e não tanto ao título ou ao autor.
    Percebo que se faça isso em certos casos e em determinados lugares, para evitar abordagens indesejáveis.
    Mas ‘não percebo’ que se faça sempre com o argumento de que ‘não têm de saber quem sou; porque nós somos aquilo que lemos ou a música que ouvimos…’ Felizmente somos mais complexos.

  • Anónimo

    Todos temos uma lista de música de que nos envergonhamos… só porque achamos que temos todos de ter bom gosto. O que é isso de ter bom gosto, afinal? Quem determina o que é bom e o que é mau? Se uma música faz bem à alma, não importa se num certo grupo de “esclarecidos” a considera má.

    • Luis

      Por vezes envergonho–me perante mim próprio 🙂

      Não podia concordar mais, o que conta é o que faz bem à alma!

  • Mary Poppy

    Já deixei de me importar com o que os outros pensam acerca de mim, há algum tempo. Se é loucura ou politicamente incorreto? Não quero saber.
    Gosto da música que me faz sentir bem num determinado momento.
    Tirava apenas as musicas da violetta, que pertencem a minha filha, que é verdadeiramente
    irritante.

    • Luis

      Também não me importo, mas importo-me, quanto mais não seja por não me importar 🙂
      os outros estão lá

      as músicas dos miúdos é uma cena lixada, enquanto for a violetta não é mau…

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