Sou tudo o que não sei

Ala que é cardume
Não deveria ser: ala que é alcateia?

Os fins são melhores que os inícios
Excepto quando os inícios são melhores que os fins
Ou quando aquela merda fica toda entalada

Naquela cena do agile contemplam um gajo a almoçar em linda a velha a falar pro telefone?

Quando toca pra saída também toca pra entrada e vice vice.


(foto daquele)


(foto do outro)

(perdoe-se a falta de estilo)
perdão
lack of style

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Luis Rodrigues
CEO of Disturbed Incorporated

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6 comentários sobre “Sou tudo o que não sei

  1. Luis Rodrigues disse:

    Lá em cima de certeza que estava a debaratizar

    mas continuando, já viste ouviste falar no êxtase inicial?

    É certo que que por mais que se valorize os crescendos há muitas coisas que são decrescendos, por mais que a gente bulhe, e não bulhamos.

    Quando o fim é melhor que o principio, e muitas vezes é, (tocam os sinos na torre da igreja) há sempre um reinicio.

  2. Inconfessável disse:

    O fim seja do que for não pode ser melhor do que início, a não ser que chames fim a uma continuação.
    Também posso estar, se calhar estou, a fazer uma interpretação restritiva da frase.
    Os decrescentos não são fins

  3. Inconfessável disse:

    Dito como o Cássio Serafim, também estou de acordo, desde que parta do princípio que os ‘alguns fins’ nada têm a ver com ‘alguns começos’

  4. Luís, diria que não raras vezes os fins são melhores que os inícios.
    Por exemplo, na conclusão de um trabalho, o gozo da finalização pode superar a fase inicial em que se joga com desconhecido, por vezes ansiedade. A chamada sensação de dever cumprido.

    Se pensarmos em frisos finos, no lado de dentro, também acontece o final ser melhor, muito embora se possa carregar com uma parte sofrida. Mas viver tem sempre algo de sofrimento.
    O fim pode ser um alívio. E isto tem que ver com os entalanços que referiste.

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