Do absoluto

Estava a pensar na cena do outro dia, que os humanos têm muita dificuldade em pensar em termos absolutos. E isso nota-se na maneira como avaliamos e julgamos as coisas.

Estamos sempre a comparar e se não tivermos termo de compração ficamos perdidos.

No próximo sábado tenho uma corrida de karts. Se fizer dois minutos por volta e ficar em último, sou lento. Se ganhar a corrida passo a imagem de ser um piloto rápido, mesmo que faça os mesmos dois minutos.
E se disser que fiz dois minutos por volta e mais nada, perguntam-me logo, e qual é o tempo por volta que os outros fizeram? É preciso isso para poder dizer se sou rápido ou lento.

Ninguém rápido ou lento, bom ou mau, mole ou duro, em termos absolutos. Só sabemos apreciar as coisas relativamente.

Estava agora a pensar se a competição com que nos relacionamos com os outros, é resultado ou causa.

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