6 comentários sobre “

  1. Já há muito que me apercebi que algumas pessoas com quem interajo menos pura e simplesmente tinham desaparecido dos feeds. Cheguei a pensar que me tinham bloqueado informação, mas assim que entrava nos perfis percebia que não, era apenas uma selecção facebookiana que achava por bem saturar-me com tudo o que meia dúzia publicava e deixava de parte a maioria dos amigos.

    E olha que só agora cheguei aos 100 amigos, não é assim um volume tão grande de publicações que justificasse a exclusão de tantos.

    Não sabia que o Google fazia o mesmo, dei foi conta que os anúncios no gmail mudam conforme o conteúdo dos emails. E isto é muito mau.

  2. O momento ideal de voltar aos blogues. Digo eu que desperdiço tempo no fb, sem conseguir interagir com todos os que me apetece.

    Que bom ter encontrado mais um (dois, três, quatro que ainda não espreitei) para seguir.

  3. Carla, os anúncios são uma coisa descarada, se passar ferias num sitio, durante uns meses largos põem-me à frente anúncios de casas e coisas desses sítios. O que acho até burrice. É tentar vender o que já se comprou.

    Mas já as noticias e informação é muito preocupante. Se quando abro a página do Publico só consigo ver o que eles acham que eu quero ver (ou devo ver) é uma treta.

  4. Eu também tenho facebook, não sou fundamentalista, tem vantagens.

    Como forma de contacto acho que é bom, para interacção no sentido de discussão não. E o que se pode fazer é limitado.

    Por isso prefiro um blogue. O facebook tem mais gente? Eu diria que tem a ilusão do que a realidade. Depois não é o 'publico' que me faz dizer disparates.

    E encontro mais facilmente gente nos blogues a dizer disparates parecidos com os meus que no facebook.

  5. Mas o papel é igual para todos.

    E há um critério que é conhecido, quer se concorde com ele ou não. Uns dirão que é censura, outros que são critérios editoriais.

    E há uma pessoa, que tem que dar a cara pelas decisões que toma. E é ele que as toma.

    Tudo isso está a ser substituído por um programa de computador, cujo algoritmo é secreto.

    E é quase impossível controlar. Se uma noticia não parecer no jornal, posso reclamar. Mas se a noticia aparece a algumas pessoas. mas é impossível de saber a quantas. Como saber, como reclamar?

    E depois ninguém é responsável, porque 'ninguém' decidiu, é um calculo.

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