Interrompemos aqui a emissão para uma notícia de ultima hora

Uma epidemia de beijos está a espalhar-se rapidamente pelo país e começa já afectar Espanha e as ilhas. Nas ruas toda a gente se abraça e beija indiscriminadamente. Os hospitais estão cheios de pessoas aos beijos. Há engarrafamentos em quase todas as esquinas porque as pessoas saem dos carros para beijar e serem beijados.

Por todo o lado há bocas que se abraçam.

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18 comentários sobre “Interrompemos aqui a emissão para uma notícia de ultima hora

  1. e como esperas tu conviver com essa vontade de coisas novas?tu és novo? e portugal? e as pessoas à tua volta? e o trabalho? e o caminho daqui para lá é novo ou o mesmo? e as noticias? não são as mesmas de ontem, mas são novas?e as coisas que parecem novas porque são diferentes mas são iguais?sabes o que é o novo? é insatisfação com o que se tem.ou visto de outro ângulo. porque têm que ser as coisas a mudar, a renovarem-se?Porque não renovas tu ou eu o olhar? A mesma coisa pode ser diferente se vista de forma diferente. Nova.Dá trabalho e é quase impossível renovar incessantemente o olhar. Eis porquê.Uma alternativa é nós próprios mudarmos. Mas ninguém consegue fazer isso sempre. Até morrer. Há chamada necessidade de segurança, de estabilidade.Outra alternativa é que os outros mudem. Mais confortável.Vai muda. Muda para mim.A partir de agora só escrevo fudido assim mesmo, com U. Porque sim, faz mais sentido.

  2. é isso ,,, tô cansada do eternamente novo … o tempo todo !!!só é bom … o que é novidade …tudo rápido, tudo extremamente rápido …tudo sempre descartável …”as bocas deveriam ser beijáveis todos os dias”(um beijo para ti)

  3. Anónimo disse:

    =S talvez seja mais comodo vir aqui ao teu canto e ver umas quantas coisas novas, alegra a vida e abre os olhos…

  4. A fazer lembrar o ensaio sobre a cegueira, onde toda a gente fica cega. Menos mal, aqui toda a gente beija. Mas não explicaste como lidar com o mau hálito de outrem…

  5. Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!Beijo!

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