13 comentários sobre “

  1. i keep going round and round on the same old circuit. enquanto se andar já não é mau. pior é quando se finca o pé, e nem para um lado nem para o outro…:)

  2. You wish. “Parece” que é o mesmo sítio e raramente é. E em relação ao teu post sobre o tempo: imagina uma vida sem tempo onde tudo é agora. Onde não tens nada de que te lembrar nem tens amanhã para nada. Boring. A mim, o espaço chateia-me: não poder estar em todo o lado, conhecer o mundo inteiro.

  3. vanessa, pé magoado precisa de massagem ;)angela, para o norte na direcção do calor do suljoana, desculpa o testamento:’Estava eu sentado, perto do mar, a ouvir com pouca atenção um amigo meu que falava arrebatadamente de um assunto qualquer, que me era apenas fastidioso. Sem ter consciência disso, pus-me a olhar para uma pequena quantidade de areia que entretanto apanhara com a mão; de súbito vi a beleza requintada de cada um daqueles pequenos grãos; apercebia-me de que cada pequena partícula, em vez de ser desinteressante, era feito de acordo com um padrão geométrico perfeito, com ângulos bem definidos, cada um deles dardejando uma luz intensa; cada um daqueles pequenos cristais tinha o brilho de um arco-íris… Os raios atravessavam-se uns aos outros, constituindo pequenos padrões, duma beleza tal que me deixava sem respiração… Foi então que, subitamente, a minha consciência como que se iluminou por dentro e percebi, duma forma viva, que todo o universo é feito de partículas de material, partículas que por mais desinteressantes ou desprovidas de vida que possam parecer, nunca deixam de estar carregadas daquela beleza intensa e vital. Durante um segundo ou dois, o mundo pareceu-me uma chama de glória. E uma vez extinta essa chama, ficou-me qualquer coisa que junca mais esqueci que me faz pensar constantemente na beleza que encerra cada um dos mais ínfimos fragmentos de matéria à nossa volta.’

  4. Tem razão o autor do teu “pequeno testamento”. É verdade que as coisas pequenas têm muito e têm muito interesse. Mas há coisas pequenas que estão longe e que vou morrer sem que as tenha visto. e isso chateia-me:o)

  5. Bem, sei que não soa bem, mas queria ver todas as coisas. Também queria que as coisas que vejo fossem todas boas e em tempos já fui expert em torná-las boas, uma espécie de Pollyana dos tempos modernos. Agora estou um pouco enferrujada, mas totalmente empenhada em recuperar essa minha arte.

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