16 comentários sobre “Declaração

  1. confesso que não sei como se fazem pasteis de nata. principalmente feitos pelo nietzsche.vá lá, em vez de clicar aí no botão de fechar a janela, atira umas patacoadas para a caixa aí em baixo :-)

  2. isto é no que dá escrever antes de acordar (para a vida :-)isto não é um post com tema, apesar de não ser má ideia. um blog com com post temáticos. onde o pessoal desbundava sobre o assuntoa ideia era só não se ficar calado. dizer o que quer que seja.mas como quando acordei me lembrei de nietzsche e pasteis de nata (freud lá explicará :-) e como ainda estava a dormir, escrevi mal…é claro que se alguém quizer dissertar sobre nietzsche e pasteis de nata está à vontade ;-)

  3. * disse:

    nesse caso, para a parte que gostas mais, precisas de 2,5 dl de natas, 4 gemas, 1 colher de chá de farinha e 100 gramas de açucar. atenção que não existe chá de farinha ( desde que o meu mais que tudo me perguntou “chá de banha? o que é chá de banha?” que me vejo obrigada a pôr este ponto no “i”.) para a outra massa folhada. sobre a massa folhada não há muito a dizer. o resto é mexeres bem e pores num tachinho até levantar fervura, deixar arrefercer, pôr nas forminhas, forno e voilá.não resisti a ensinar-te a fazer os pastéis de nata. nas outras caixinhas vou-te dizendo como gosto de aqui vir e de como me sinto aqui tão bem. nesta não. ;)

  4. Não partas já. Fica até onde a noite se dobra para o lado da cama e o silêncio recorta as margens do tempo. É aí que os livros começam devagar e as cores nos cegam e as mãos fazem de norte na viagem. Parte apenas quando amanhã se ferir nos espelhos do quarto em estilhaços de luz; e um feixe de poeiras rasgar as janelas como uma ave desabrida. Alguém murmurará então o teu nome, vagamente, como a gastar os dedos na derradeira página. E então, sim, parte, para que outra história se invente mais tarde, quando os pássaros gritarem à primeira lua e os gatos se deitarem sobre o muro, de olhos acesos, fingindo que perguntam.Maria do Rosário PedreiraOh pah, eu falo de gatos… é que a minha gata gosta de pastéis de nata! :pBeijinho*

  5. Prefiro falar de cerejas: grandes, carnudas, vermelhas a cada olhar, doces e ensanguentadas a cada dentada. Há quem veja nelas objecto de brincadeira, pendurando-as das orelhas, colocando uma em cada bochecha fazendo caretas… :-PHá quem encontre o remédio para muitos males: 17kg de cerejas originam 250g de caroços (mais coisa menos coisa), que depois de “enfronhados” podem ser aquecidos no micro-ondas e aliviar algumas dores (não…não são as da alma e muito menos as do coração…)Há ainda quem as veja como sinónimo de luxúria, prazer infinito onde corpos se deixam acariciar pelo toque sedoso das ditas cerejas, para em algum momento serem partilhadas por bocas ansiosas…Podia continuar…

  6. uma fala em em corpos acariciados, bocas ansiosas, e depois …espeta com umas reticênciasa isto chama-se maldade!outra vem-me falar em tortas de azeitão ao meio-diaa isto chama-se tortura!compreendo é o crescenet.um hug para ti também, pá!:-)e eu o que tenho a dizer hoje é morra dantas, morra pim!e OBRIGADO a todos vós;-)

  7. já reparaste que maldade rima com:verdadecaridadevaidaderealidadesensibilidadecumplicidadee se quisermos também pode rimar comarrepiosorrisopaixãoimaginárioou com qualquer outra coisa que desejemos:-D

  8. …e havia uma sala onde os meninos dançavam com cercaduras de rosas na mão e as videiras, cheias de cachos, abraçavam as colunas sepentinatas e brilhavam, refulgiam no reflexo dos espelhos…

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