5 comentários sobre “Osso é pecado

  1. Cris disse:

    Morre-se pelo pecado do esquecimento…. morre-se cada vez que nos esquecem….
    Morre-se …. o inevitavel esquecimento….

  2. O osso nâo consta nos anais do pecado, Luis.

    Pecado é só a carne, com toda a sua asquerosa carga de corrupçao e concupiscência anhadidas,
    que ademais cometeu sacrilegio original transformándose do bairro. Nào ha mais que ver que as mulheres tenhen muito mais carne que osso.

    Luis: Entâo o peixe também é pecado?

    Paradoxalmente, o peixe pescado, ainda sendo tambén corruptibel, e estando muito mais próximo de pecado, nâo o é.

    Por isso constitúe a alternativa alimentaria, nâo pecaminosa, que nos recomenda a S.M.I.

    Luis: E por qué o osso nâo, estando pegado a carne?

    Porque tem dado suficiente prova da sua incorruptibilidade, o que, naturalmente, o aproxima muito muito da alma.

    Luis: Entâo a alma está nos ossos?

    Também nâo, porque o osso gastase, sofre a erosâo dos meteóros e agentes químicos, e é susceptibel de fragmentaçâo, tudo o qual o converte num suporte inservibel para a alma, que, como tudos sabemos, tem propriedades totalmente contrapostas.

    Luis: Entâo…

    Entâo… entâo, para já de perguntar Luis.

    Dirijite ao Padre ou ao Santo Padre, que eu vou a comer um bife de vaca velha galega, com um vinho Mencía da Ribeira Sacra.

    E preocupate de que esse osso saia do teu corpo co menor dano posibel, sem ter que agrandar artificialmente as entubaçôes por onde normalmente aliviamos.

    Até logo.

    bemsalgado

  3. Vou propor ao Santo Padre trocar a Hóstia por um bom bife e a comunhão por uma garrafa do tal tinto.
    Nesse caso converto-me.

    E se for possível pecar assim sem pecar, até abdico do prazer de pecar.

  4. E vou seguir o teu conselho, hoje não pergunto mais. Se puder vou pecar ou comungar do osso ou da carne, seja como for.

    Isto por neste momento quem manda em mim é tal alma das propriedades totalmente contrapostas e portanto não consigo dizer coisa com coisa.

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